22 de março de 2010

FRANCIS BACON

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ – CAMPUS MARINGÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS E DA SAÚDE
LICENCIATURA EM FILOSOFIA


Docentes: Douglas Blanco; Fernando Félix Rabelo; Franciscarlo de Souza.
Disciplina: História da Filosofia Moderna II


FRANCIS BACON
1561 - 1626

1. Contexto histórico:
1.1. A Inglaterra em um período de transformações;
· A Renascença foi marco decisivo para o homem examinar a natureza.
· A ciência substituiu a religião como rainha do conhecimento, e a razão, que na Idade Média estivera subordinada à religião, afirmou sua autonomia.
· A reforma religiosa: do Catolicismo ao Anglicanismo.

2. Biografia:
2.1. O filosofo e profeta da ciência moderna;
· As influências na vida intelectual e política do arauto da técnica.
· Bacon: testemunha e participante da história de sua pátria.
· O primeiro dos modernos e o último dos antigos.
· O inventor do método experimental (empirismo) e a inutilidade da filosofia escolástica.
· As forças decisivas num conflito é a inteligência e o saber: “saber é poder”.
· Percebeu o poder que a ciência oferece ao homem sobre o mundo.

3. Nova Atlântida:
3.1. A prefigurada e ativa comunidade baseada no controle científico da natureza para o progresso do homem.
· A ciência é a responsável pela organização da cidade.
· A felicidade do homem consiste no controle científico da natureza.
· A Casa de Salomão orienta e dirige o progresso Bensalém.
· A preocupação central e sua finalidade esta em como governar a natureza e dela tirar seu proveito para o bem-estar humano.

4. Referências:
BACON, F. Nova Atlântida.’in’ Os Pensadores. 2.ed. São Paulo: Abril,1997.
______, F. Novum Organum. ’in’ Os Pensadores. 2.ed. São Paulo: Abril,1997.
ABBAGNANO, N. História da filosofia. v. 6. 5.ed. Lisboa: Presença, 2000.
JAPIASSU, H. Francis Bacon: o profeta da ciência moderna. São Paulo: Letras e letras, 1995.
PERRY, M.
Homem em estado vegetativo consegue comunicar

Publicada por Impulsos sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Estudo abre portas ao estudo do cérebro. A técnica IRMF «tornará mais fácil aos pacientes expressarem os seus sentimentos e responderem a perguntas difíceis, como a eutanásia», declarou o professor da universidade de Liège, Steven Laureys Um homem considerado em estado vegetativo há cinco anos conseguiu responder com «sim» e «não» a perguntas dos médicos apenas com o pensamento, revela um estudo publicado nesta quarta-feira no New England Journal of Medicine.Em 2003, o homem de 29 anos, cuja identidade não foi revelada, sobreviveu a um grave acidente de trânsito. O paciente, que não pode se mover nem falar, «vive num país da Europa oriental», revela a AFP.
A sua actividade cerebral foi examinada através da técnica de Imagem por Ressonância Magnética Funcional (IRMF) pelas equipas das universidades de Liège e Cambridge. Foi observado que quando lhe faziam perguntas simples, como «o seu pai chama-se Tomás?», ele activava as mesmas áreas do cérebro que os indivíduos normais utilizam.«Ficámos chocados quando vimos os resultados do paciente. Ele era capaz de responder correctamente às nossas perguntas e isso simplesmente modulando os pensamentos, que eram logo descodificados pelo sistema IRMF», declarou Adrian Owen, professor de neurologia da Universidade de Cambridge.
O estudo foi feito com 23 pacientes diagnosticados em estado vegetativo. Em quatro deles (17%) foram detectados sinais de consciência. Pessoas aparentemente em coma «podem ser interrogadas sobre a sua dor», explicou a neurologista de Liège, Audrey Vanhaudenhuyse, destacando, entretanto, que «todos os pacientes em estado vegetativo não estão conscientes».
A técnica IRMF «tornará mais fácil aos pacientes expressarem os seus sentimentos e responderem a perguntas difíceis, como a eutanásia», declarou o professor da universidade de Liège, Steven Laureys.Esta história apela a uma outra revelada há dois meses, de Rom Houben, um belga vítima de um acidente de carro que os médicos consideraram equivocadamente em estado de coma durante 23 anos, antes da equipa do professor Laureys descobrir que ele tinha plena consciência do que ocorria ao seu redor. Este homem, de 46 anos, comunica agora escrevendo palavras num computador especialmente adaptado e já pensa escrever um livro.
Fonte:http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/cerebro-estudo-vegatativo-tecnologia-tvi24/1136753-4069.html